Verdade, “com um corpo de carne” acho que a maioria das pessoas se sentem assim, quando vemos essas várias notícias sobre mortes, assassinatos, sempre pensamos “espero que isso nunca aconteça comigo!”, mas aprendemos a andar nas ruas olhando para trás, seja dia, seja noite.
o que a márcia falou acima foi cirúrgico. sempre ando olhando para trás. sempre penso a quem interessa tanta divulgação da violência urbana. quem lucra com isso? seriam aqueles que constroem e vendem os aptos nos condomínios prisão que vemos por ai?
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;
quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
“quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.
A tua perspicácia no texto dos bytes é algo fenomenal. Descreveu perfeitamente aquele início tão divertido da internet do qual participei. Onde a gente era diferente pois tinha em casa aquela enorme máquina que ocupava um espaço tremendo no quarto e que custou alguns bons salários mínimos. Foi emocionante e incrível, e as outras histórias tão boas quanto. Grande abraço e tentarei definir meus agradecimentos com o Parabéns, sabendo embora, que ele é insuficiente para dizer o quanto gostei daqui.
Leonardo Jensen Ribeiro
Bel. em Direito
Rio Grande do Sul
Doloroso.
Digno de nota
Verdade, “com um corpo de carne” acho que a maioria das pessoas se sentem assim, quando vemos essas várias notícias sobre mortes, assassinatos, sempre pensamos “espero que isso nunca aconteça comigo!”, mas aprendemos a andar nas ruas olhando para trás, seja dia, seja noite.
Sinistro.
Esquerdo?
Exato.
o que a márcia falou acima foi cirúrgico. sempre ando olhando para trás. sempre penso a quem interessa tanta divulgação da violência urbana. quem lucra com isso? seriam aqueles que constroem e vendem os aptos nos condomínios prisão que vemos por ai?
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;
quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
“quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.
Ayn Rand
A tua perspicácia no texto dos bytes é algo fenomenal. Descreveu perfeitamente aquele início tão divertido da internet do qual participei. Onde a gente era diferente pois tinha em casa aquela enorme máquina que ocupava um espaço tremendo no quarto e que custou alguns bons salários mínimos. Foi emocionante e incrível, e as outras histórias tão boas quanto. Grande abraço e tentarei definir meus agradecimentos com o Parabéns, sabendo embora, que ele é insuficiente para dizer o quanto gostei daqui.
Leonardo Jensen Ribeiro
Bel. em Direito
Rio Grande do Sul
Digno da profundidade da atual sociedade nem tão social atual.