O Monólogo de Gertrudes
Chega de blá-blá-blá. Para quem não viu, na última postagem (aqui) foram reveladas a capa e contracapa do livro e também a lista de histórias que farão parte dele. O livro está fechado e vai pra gráfica nesta quarta. Volto a escrever sobre ele quando tiver informações sobre a data de lançamento e lugares para venda (física e online). Tudo será noticiado no site muito em breve e com o devido destaque. Agora, voltemos ao ritmo habitual do site, publicando histórias novas e completas. A de hoje é “O Monólogo de Gertrudes”.
Até mais,
Gus


Nossa, cara, genial.
Acompanho o seu blog há um tempo e seu trabalho é realmente muito bom.
Não só o desenho, as histórias… há certa poesia nos seus quadrinhos.
E, claro, sempre deixam algo sobre o que refletir.
Parabéns. Tem uma fã.
Linda reflexão!
Muito bom, como sempre.
Admiro muito o seu trabalho, os desenhos, as histórias…genial.
Trágico mesmo é saber que, no fundo, nós somos a mosca :/
(OBS: Essa postagem não deveria entrar no arquivo ali do lado?)
Como sempre, genial.
Reflexivo e poético.
Muito bom.
Parabéns Gus. (((:
Me lembrou “A alegoria da caverna”, outro brilhante trabalho Gus
Valeu pessoal
Hanna HM, você tem razão. Tem um probleminha ali no índice que preciso resolver. Vi que tem uma ou outra história faltando também. Isso será corrigido em breve
Obrigado,
Gus
Simplesmente fantástico! Eu encarei como uma metáfora da vida moderna. Somos escravos do tempo e vivemos dentro de uma realidade ilusória que, uma hora ou outra, se quebra. Ou quando você está livre, o tempo está lá, para te lembrar que está envelhecendo e que talvez é tarde demais…
A efemeridade da vida é algo que nos assusta, e ao mesmo tempo nos ajuda a buscar o sentido dela.
O meu ‘e um pouquinho semelhante, se ligue!
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