7. Privilégios

December 10, 2010

Parteum - O Pé Descalço Racionais MC's - Negro Drama Racionais MC's - Vivão e Vivendo

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42 Comentários Escreva um comentário

  • 1. thahy  |  December 16, 2010 at 13:27

    [roubou minhas palavras]

  • 2. Ferdi  |  December 16, 2010 at 13:35

    Nossa, Gus, nunca um quadrinho foi mais sincero, mais profundo ou me tocou mais, de um jeito ou de outro.
    E eu tenho certeza que as lembranças que os seus filhos terão não carregarão raiva ou qualquer frustração.

  • 3. Jenny  |  December 16, 2010 at 16:40

    Vim aqui por indicação da Ferdi e me surpreendi bastante..
    Como ela disse aí em cima, “nunca um quadrinho foi mais sincero, mais profundo ou me tocou mais”.

  • 4. mahira  |  December 17, 2010 at 13:02

    achei muito corajoso da sua parte fazer esse quadrinho (1o pra vc, e dps pra todos verem). foi tudo novidade pra mim, e, msm que a gente nãos e veja sempre, vou mandar vibes boas daqui – msm que vc não dê a mínima pra isso :P

  • 5. DS  |  December 21, 2010 at 18:41

    Buenas, Gus. Complicado tecer comentários sobre um trabalho desses. Talvez justamente por isso deva lhe dar os parabéns.

  • 6. Mariana  |  December 30, 2010 at 01:08

    Bom, Gus. Bem bom.

  • 7. Jos-El  |  January 1, 2011 at 09:03

    Nada tenho a acrescentar. Só estou comentando pra te dar os parabens mesmo.

  • 8. Fernando Eduardo  |  January 9, 2011 at 18:57

    Nunca li um quadrinho que expressasse tanto algo tão pessoal do artista.

    Parabéns por ele, mesmo sendo triste, eu aprecio. :)

  • 9. asm  |  January 15, 2011 at 01:34

    Caralho Gus, esse quadrinho me tocou bastante! Muito bom.
    No geral os quadrinhos deste site me trasmitem emoções fortes, bem diferente dos quadrinhos de humor que estou acostumado a ler. De qualquer maneira, eu aprecio o seu trabalho. Parabéns e obrigado por nos dispor sua arte gratuitamente. :-)

  • 10. AmandáaH  |  January 27, 2011 at 15:22

    Caralho….esse….foi….foi realmente, tocante.
    Eu não sei nem o que mais comentar. Apenas….wow.._.

  • 11. Gisele Jota  |  January 28, 2011 at 16:21

    Fiquei boquiaberta com seu trabalho. Penso que o artista só é capaz de tocar o outro quando não esconde nem mesmo as vísceras: te agradeço.

    Me envergonho por fazer isso, mas me identifiquei tanto que, em resposta aos seus quadrinhos, envio duas poesias que fiz para a minha mãe: uma em texto, outra em vídeo. Eu a perdi em outubro do ano passado. Minha raiva passou quando entendi que meu ódio era pela doença e não propriamente por ela: também passei anos entre suas feridas físicas e emocionais.

    “A mãe que queria ser filha”: http://migre.me/3LxYA // “Inventário”: http://migre.me/3Ly1d

    No mais, agradeço novamente pelo seu trabalho. Que venha muito mais por aí!

    Abraço, Gisele.

  • 12. felipe.o  |  February 2, 2011 at 16:50

    bom demais, cara…. deve ter sido mto difícil pra vc fazer este quadrinho, parabéns pela coragem de encarar as coisas de frente, sem hipocrisia…. espero que já tenha lembranças melhores do velho…. um abraço

  • 13. Guilherme Brandão  |  February 4, 2011 at 13:30

    Parabéns, cara.

  • 14. Daniel Nores  |  February 8, 2011 at 23:25

    Interpretei sua tira como um aviso, obg.

  • 15. Giordana  |  April 13, 2011 at 14:06

    Sem querer alguém twittou um link pro seu site. Curiosa, fui lendo uma HQ, outra e outra… E nunca, jamais, encontrei uma, na qual me identificasse tanto, como essa. Em 2010, perdi meu avô, fui criada por ele, então ele foi meu pai. Passou pelo mesmo que passei. Anos a fio de tortura diária pela saúde dele e ele não se importar. Saber que não ia melhorar, se entregar. Um sofrimento sem fim. Aliás, teve fim em 22 de junho de 2010. Meu aniversário de 21 anos. Recebo a ligação da minha avó dizendo que ele havia falecido. Eu estava “aproveitando” meu primeiro dia de férias do meu antigo trabalho. Até hoje, não sei se tenho rancor, raiva de tudo o que não foi feito pra melhorar a situação, ou se simplesmente sou indiferente. Sempre amei o meu avô, mas essa perda, pra mim, não tem perdão. Infelizmente, não dá pra voltar atrás. Só levar como exemplo.
    Comentário grande e inútil pra você, claro. Você tem seus problemas, diferentes ou não. Mas eu precisava desabafar. Porque encontrei alguém que sentiu o mesmo e meus amigos sequer entendem.
    Obrigada. Sei lá porquê, mas obrigada.

  • 16. Maria Luiza  |  July 22, 2011 at 03:56

    Li e reli e até agora estou chocada.
    Incrível a sua narrativa e, principalmente como você foi sincero.

    “Ainda não decidi se devo me arrepender. ”
    “De repente, criar se tornou banal e impossivel diante de uma dor tão real.”

    A medida que fui acompanhando e entendendo o que tinha acontecido, senti como se fosse eu que estivesse vivendo aquilo, mesmo não tendo passado por nada parecido .
    Tão emocionante…

    E parabéns não só por este quadrinho tão corajoso, mas por todos os outros também .

  • 17. Matheus Morais  |  July 22, 2011 at 17:54

    Nunca tinha lido uma tirinha que me desse esta necessidade de torcer a boca pra não começar com um choro.

  • 18. Joel Elói Franz  |  July 22, 2011 at 22:27

    Sou psicólogo, minha pós é em Morte e Luto. Por isso esse seu trabalho me tocou bastante.
    Cara, que bom que você conseguiu falar. Conseguiu expressar tudo isso.
    Primeiramente, parabéns pelo artista que é. Algo que achei fora do comum. Fantástico.
    Depois, veja os depoimentos. Quanta reflexão vc está provocando. E não é só neste incrível trabalho. Conheci o teu trabalho através da obra “Mapas”, que também é simplesmente genial. Continue. Continue. Continue. Um grande abraço,

  • 19. renato  |  July 27, 2011 at 09:08

    Fantastico. De uns tempos pra cá comecei a achar a tragédia como uma das mais sublimes demonstrações do ser humano enquanto tal. Acho que começo a entender um pouco de onde vem sua visão crítica (que admiro porque também a compartilho) sobre as coisas. Para mim o sofrimento é transformador.
    Os 6 ultimos quadrinhos me fizeram lembrar do filme Melinda e Melinda onde se mostra que uma mesma história pode ser contada como se fosse uma tragédia ou uma comédia. Acho que este filme pode ser usado para ilustrar mais ou menos o movimento de pegar algo que nos machuca e transformar em algo mais brando ou enriquecedor. Bom pelo menos eu estou neste processo e é a forma como tenho encontrado para lidar com coisas da minha vida. Pegar as coisas ruins e transforma-las em coisas boas ou aceitaveis… Espero que voce, no seu próprio tempo, encontre uma re-significação para suas questões. Um grande abraço.

  • 20. Rafael  |  September 26, 2011 at 03:01

    Caralho… Emocionante mesmo. o site ta de parabens. Ja adicionei ao meu blog pois sua arte é algo que todos devem apreciar.

  • 21. Fred  |  October 2, 2011 at 01:44

    Não esperava me emocionar tanto com uma hq.

  • 22. Iasmyn  |  October 2, 2011 at 16:46

    nossa isso tocou dentro do meu coraçao .

  • 23. Iasmyn  |  October 2, 2011 at 16:47

    tocou meu coraçao

  • 24. Romulo Reis  |  October 2, 2011 at 18:03

    wow, sinto o mesmo pelo meu pai…

  • 25. Erni  |  October 3, 2011 at 11:11

    Nossa cara…. Chorei… só posso dizer isso. Chorei!

  • 26. marco  |  October 4, 2011 at 04:00

    Sensacional, tchê.

  • 27. RAFAEL  |  October 4, 2011 at 23:32

    cara… passei exatamente pela mesma situação… e até pelas mesmas palavras que vc colocou aí. obrigado por conseguir traduzir isso em imagens tão claras, pq eu, até agora, não consegui.

  • 28. Tiago  |  October 7, 2011 at 11:08

    Depois de tudo dito… Obrigado.

  • 29. Não vou colocar meu nome  |  October 7, 2011 at 17:30

    Espero que esteja satisfeito por fazer um homem de 40 anos chorar. Puta que pariu vai tomar no seu cu.
    No bom sentido.

    Não sei, sou pai e sou filho ainda. É uma porra do caralho mesmo. Preciso comer uma pizza.

  • 30. Bruna  |  October 10, 2011 at 16:59

    Gus, sinto o mesmo pela minha mãe. Só que ela ainda está viva, e eu não sei por quanto tempo. Queria fazer as pazes, mas realmente não dá. Às vezes me pego pensando se qdo. ela não estiver mais aki vai ser um alívio, ou não… se vou ficar mais mal ainda… Enfim, obrigada pela sinceridade do quadrinho.

  • 31. pedro  |  October 21, 2011 at 20:37

    Nossa cara…. Chorei… só posso dizer isso. Chorei! ²

  • 32. Erika  |  October 26, 2011 at 16:33

    Gus Morais, essas histórias são verídicas? Aconteceram com você?
    Seus quadrinhos são muito interessantes, com algumas histórias eu até me identifico. E me inspiro também, porque quero fazer uma história em quadrinhos para um concurso daqui do Estado, mas estou meio sem perspectiva… :(
    Mas você está de parabéns por fazer com que pessoas se emocionem lendo suas histórias. \o/

  • 33. tia..  |  November 6, 2011 at 19:52

    Oi Guto..todos nos identificamos com historias como essas, mas poucos de nos conseguem expressar tao bem esses sentimentos..eu e tia Sonia achamos lindo…gostaria de ver a continuacao dessa historia..beijoo .tia Haydee

  • 34. JuniorStn  |  November 17, 2011 at 04:21

    Realmente muito tocante.
    Essa é uma tirinha que faz com que nós reflitamos de verdade. Causa também um certo medo, principalmente para quem tem um pai com características parecidas, assim como eu tenho.
    Parabéns pelo seu trabalho bem expressivo.

  • 35. Vinicius rs  |  November 21, 2011 at 22:38

    Essa é a segunda vez que leio essa tira, e assim como na primeira vez, chorei no final. Parabéns Gus, você é fantástico.

  • 36. Rodrigo Ávila  |  November 22, 2011 at 01:31

    Nunca havia chorado me uma tirinha, parabéns rapaz, seu trabalho é fantástico.

  • 37. Gerson Elieser Freitas de Morais  |  December 25, 2011 at 19:49

    Olá Gustavo! Meio sem querer cai no seu blog novamente, mais por curiosidade ou impulso, sei lá… mas ao ver a foto do seu pai no penúltimo quadrinho, me deu um aperto de saudade, e me pareceu ouvir as risadas dele, dizendo “o meu…”. Ele era um sonhador e um buscador, e espero que ele tenha percebido o valor da sua caminhada, mesmo com todos os erros e acertos, pois é isso mesmo, somos humanos e estamos aqui para trabalhar… esse seu quadrinho é a sua cara, embora o seu avatar esteja muito bonito, pois cara, tu é mais feio…

    Abraços…tio Elieser

  • 38. Junior  |  January 2, 2012 at 23:40

    muito bom…
    Eu me lembrei do meu avo paterno…Era do tipo teimoso , que nao qeria tomar remedios , vivia feliz , embora com pouco dinheiro , um dia toda a familia se reuniu , jogamos truco , bebemos , mais ou menos 1 semana depois ele teve um derrame cerebral , ficou internado por semanas , depois voltou pra casa , eu e meus pais fomos vizitar ele na sua casa, ele ja nao falava , andava , mal respirava, eu fui abrassar ele e notei que ele se esforçou pra esticar o braço pra poder me abrassar , vi seus labios se mexendo como se ele fosse dizer “eu te amo” nesse dia eu durmi na sala , num velho sofá quando ainda dormindo eu ouvi meu tio chorando , e derrepente minha mãe me acordou dizendo “filho o vo ta morto” foi uma das piores palavras da minha vida , ele estava aguentando todo aquele sofrimento… E quando eu chegei lá ele tentou me dizer “eu te amo” e logo depois morreu … numca vou me esquecer dele , meu avo , meu melhor amigo… até hoje me lembro da pior cena que eu vivi que foi quando eu vi ele sendo enterrado e quando eu notei que numca mais iria ver ele … eu tinha uns 12 ou 11 anos… :(

  • 39. Fernando  |  January 5, 2012 at 00:54

    Muito bom Gus, realmente me emocionei, mesmo assim ri da referencia á Sandman.

  • 40. Henrique  |  January 13, 2012 at 10:06

    Porra, seus quadrinhos são ótimos, mas esse realmente é d+.

    Ver no meu pai um exemplo daquilo que eu não quero me tornar.

    Essa frase acabou comigo.

    Vlw!

  • 41. Sybylla  |  February 7, 2012 at 23:40

    Puxa… sem palavras mesmo. = \

  • 42. Renata  |  February 17, 2012 at 02:27

    Não consegui chorar.
    Pai, saudades de sua filha cruel.

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